Consulta DNS

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Verifique registros DNS de qualquer domínio: A, AAAA, MX, NS, TXT, CNAME e SOA.

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Consulta de DNS

Verifique registros DNS de qualquer domínio: A, AAAA, MX, NS, TXT, CNAME e SOA.

Nenhum registro DNS encontrado para este domínio e tipo selecionado.

O que é DNS e quais são os tipos de registros DNS?

O DNS (Domain Name System) é o sistema responsável por traduzir nomes de domínio legíveis por humanos (como "exemplo.com.br") em endereços IP numéricos que os computadores utilizam para se comunicar. Funciona como uma enorme "lista telefônica" distribuída globalmente, organizada de forma hierárquica: raiz (root), domínios de topo (TLDs como .com, .br), domínios de segundo nível (exemplo.com) e subdomínios (www.exemplo.com). Essa tradução ocorre de forma transparente em milissegundos a cada vez que você acessa um site, envia um e-mail ou usa qualquer serviço de internet.

Tipos de Registros DNS e suas funções

Cada tipo de registro DNS tem uma finalidade específica: Registro A mapeia um domínio para um endereço IPv4 (ex: 192.168.1.1); Registro AAAA faz o mesmo para IPv6; Registro MX define os servidores de e-mail responsáveis por receber mensagens para o domínio (com prioridade); Registro NS indica os nameservers autoritativos do domínio; Registro TXT armazena texto livre, sendo muito usado para verificação de domínio (Google, Microsoft), políticas SPF para antispam e registros DKIM para autenticação de e-mail; Registro CNAME cria um alias apontando para outro nome de domínio; e Registro SOA (Start of Authority) contém informações administrativas sobre a zona DNS, incluindo o servidor primário e o e-mail do administrador.

TTL e Propagação DNS

O TTL (Time To Live) é um valor em segundos que indica por quanto tempo um registro DNS pode ser armazenado em cache pelos resolvers. Um TTL de 3600 significa que o registro pode ser cacheado por até 1 hora. Quando você altera um registro DNS, a propagação ocorre gradualmente à medida que os caches expiram em servidores ao redor do mundo, podendo levar de alguns minutos (para TTLs baixos) até 48 horas (para TTLs altos ou em casos de propagação lenta). Por isso, é recomendável reduzir o TTL horas antes de uma migração de DNS planejada.

Como usar a ferramenta de Consulta DNS

Nossa ferramenta de consulta DNS permite verificar todos os tipos de registros de qualquer domínio em tempo real, consultando diretamente os nameservers autoritativos. É útil para diagnosticar problemas de e-mail (verificando registros MX e SPF/TXT), confirmar configurações de CNAME para CDNs e serviços externos, verificar se os nameservers estão corretos após uma transferência de domínio, e inspecionar registros SOA para entender a configuração da zona DNS. Selecione "ALL" para ver todos os registros de uma vez ou escolha um tipo específico para uma consulta mais focada.

Perguntas Frequentes sobre DNS

DNS (Domain Name System) é o sistema que traduz nomes de domínio em endereços IP. Sem DNS, seria necessário memorizar endereços IP numéricos para acessar qualquer site. É considerado a "espinha dorsal" da internet e sua disponibilidade e velocidade impactam diretamente a performance de todos os serviços online.

A propagação de DNS pode levar de alguns minutos a 48 horas, dependendo do TTL configurado nos registros. Para acelerar o processo, reduza o TTL para um valor baixo (como 300 segundos) pelo menos 24 horas antes de realizar alterações. Servidores que já cachearam o valor antigo precisam aguardar o TTL expirar para buscar o novo valor.

O SPF (Sender Policy Framework) é um registro TXT que lista quais servidores estão autorizados a enviar e-mails em nome do seu domínio. Sem um registro SPF correto, e-mails legítimos podem ser marcados como spam pelos destinatários. O SPF é parte fundamental de uma política de autenticação de e-mail junto com DKIM e DMARC.

Um registro A aponta um nome de domínio diretamente para um endereço IP (ex: meusite.com → 192.168.1.1). Um CNAME aponta para outro nome de domínio (ex: www.meusite.com → meusite.com). CNAMEs não podem ser usados na raiz do domínio (apex), apenas em subdomínios. A vantagem do CNAME é que quando o IP muda, basta atualizar o registro A; o CNAME continua funcionando automaticamente.

O registro MX (Mail Exchange) define qual servidor de e-mail recebe as mensagens do seu domínio. Para configurar um e-mail corporativo como Google Workspace ou Microsoft 365, é necessário criar registros MX apontando para os servidores desses provedores, além de configurar registros TXT para SPF, DKIM e DMARC. O campo de prioridade no MX define qual servidor será tentado primeiro (menor número = maior prioridade).

O que é o Consulta DNS

A Consulta de DNS mostra quais registros um domínio publica hoje, direto nos servidores autoritativos, sem depender do cache do seu computador ou do resolvedor do seu provedor. Você escolhe o tipo de registro — A, AAAA, MX, NS, TXT, CNAME, SOA — ou consulta todos de uma vez. É a ferramenta que responde às três perguntas mais frequentes de quem administra domínio: para qual IP o site está apontando, quem recebe os e-mails deste domínio, e se o registro SPF, DKIM ou o TXT de verificação do Google já propagou. Como o DNS é a primeira etapa de qualquer acesso, quando um registro está errado nada funciona — site, e-mail, painel administrativo — mesmo com servidor perfeitamente configurado.

Como usar o Consulta DNS

Informe o domínio sem http:// nem www (exemplo: centraltools.com.br) e escolha o tipo de registro. Deixe em ALL para ver o panorama completo do domínio. A consulta é feita em tempo real: se você acabou de alterar uma zona no painel do registrador, a diferença entre o que aparece aqui e o que seu computador resolve indica exatamente quanto de propagação ainda falta.

Consulta DNS — Passo a Passo

  1. 1
    Digite o domínio

    Use o domínio raiz para registros NS, SOA, MX e TXT. Para registros A ou CNAME de um subdomínio, informe o host completo, como blog.seusite.com.

  2. 2
    Escolha o tipo de registro

    A para IPv4, AAAA para IPv6, MX para servidores de e-mail, NS para servidores de nomes, TXT para SPF/DKIM/DMARC e verificações, CNAME para apelidos e SOA para dados da zona.

  3. 3
    Execute a consulta

    O resultado vem dos servidores autoritativos do domínio, não do cache local, então reflete o estado atual da zona publicada.

  4. 4
    Compare com o esperado

    Confronte o valor retornado com o que você configurou no painel. Divergência significa erro de digitação na zona ou propagação em andamento.

  5. 5
    Avalie o TTL

    O TTL indica por quantos segundos resolvedores guardam a resposta em cache. Ele define quanto tempo uma mudança leva para chegar a todos os usuários.

Quando usar o Consulta DNS

  • Migração de hospedagem: depois de apontar o domínio para o novo servidor, consulte o registro A para confirmar que o IP publicado é o novo. Enquanto parte dos usuários vê o site antigo, a propagação ainda está em curso — e o TTL antigo diz quanto tempo falta.
  • E-mail parando de chegar: a consulta MX mostra qual servidor recebe as mensagens do domínio. Erro de digitação no host, prioridade duplicada ou MX apontando para um provedor já cancelado explicam a maioria dos casos de "não recebo mais e-mail".
  • Validação de SPF, DKIM e DMARC: os três vivem em registros TXT. Antes de investigar por que seus e-mails caem em spam, confirme que o SPF existe, que há apenas um registro SPF na zona e que o seletor DKIM responde no host correto.
  • Verificação de propriedade em serviços externos: Google Search Console, Microsoft 365, Meta Business e ferramentas de e-mail marketing pedem um TXT de verificação. A consulta confirma se ele já está publicado antes de você clicar em "verificar" e receber erro.
  • Diagnóstico de CNAME em CDN e SaaS: Cloudflare, Vercel, Netlify, plataformas de loja e sistemas de suporte entregam um CNAME para apontar. A consulta revela cadeias de CNAME encadeadas e o erro clássico de tentar usar CNAME no domínio raiz.
  • Confirmação de delegação: o registro NS mostra quais servidores de nomes respondem oficialmente pelo domínio. Se ele ainda aponta para o registrador antigo, alterações feitas no painel novo simplesmente não têm efeito.

Benefícios do Consulta DNS

Consulta direta aos servidores autoritativos, sem cache local interferindo
Todos os tipos de registro relevantes em uma única interface
Mostra o TTL, que é o dado que determina o tempo de propagação
Funciona sem instalar dig, nslookup ou usar terminal
Ideal para conferir SPF, DKIM e DMARC antes de investigar entrega de e-mail
Permite comparar o que está publicado com o que você configurou no painel

Como funciona: explicação técnica

O DNS é um banco de dados distribuído e hierárquico. Quando alguém acessa seusite.com.br, a resolução percorre a hierarquia: o resolvedor pergunta a um servidor raiz quem responde por .br, este indica quem responde por com.br, que aponta os servidores autoritativos do seu domínio — e são eles que finalmente entregam o IP.

Registro A e AAAA. O A associa um nome a um endereço IPv4 e o AAAA a um IPv6. São os registros que fazem o site abrir. Vários registros A para o mesmo nome distribuem tráfego por round-robin, técnica simples de balanceamento que não faz verificação de saúde do servidor.

Registro CNAME. Cria um apelido que aponta para outro nome, não para um IP. Regra crítica: um nome com CNAME não pode ter nenhum outro registro. Por isso o domínio raiz, que obrigatoriamente tem NS e SOA, não aceita CNAME. Provedores contornam isso com registros proprietários como ALIAS, ANAME ou CNAME flattening.

Registro MX. Define quais servidores recebem e-mail do domínio, com um número de prioridade — menor número tem preferência maior. MX 10 é tentado antes de MX 20, que funciona como servidor reserva. O valor de um MX deve ser sempre um nome de host com registro A, nunca um IP nem um CNAME.

Registro TXT. Texto livre, usado hoje principalmente para autenticação de e-mail e verificação de propriedade. O SPF lista quem pode enviar em nome do domínio e o domínio deve ter apenas um registro SPF — dois registros invalidam a política inteira. O DKIM publica a chave pública em seletor._domainkey.seudominio. O DMARC vive em _dmarc.seudominio e diz aos receptores o que fazer quando SPF e DKIM falham.

Registro NS e SOA. O NS delega autoridade sobre a zona e precisa ser idêntico ao configurado no registrador — divergência causa comportamento intermitente. O SOA guarda os metadados da zona: servidor primário, e-mail do responsável, número de serial (que muda a cada edição) e os temporizadores de atualização.

TTL e propagação. Cada registro tem um TTL em segundos. Resolvedores de provedores guardam a resposta por esse tempo antes de perguntar de novo. Não existe "forçar propagação global": a única forma de reduzir o tempo de troca é baixar o TTL antes da mudança. O procedimento correto é reduzir o TTL para 300 segundos, esperar o TTL antigo expirar, executar a alteração e só depois voltar o TTL para um valor alto.

Tipos de registro DNS e para que servem

TipoFunçãoExemplo de valorOnde costuma quebrar
AAponta o nome para um IPv4192.0.2.10IP do servidor antigo após migração
AAAAAponta o nome para um IPv62001:db8::1IPv6 configurado sem o serviço escutando nele
CNAMEApelido que aponta para outro nomeloja.plataforma.comTentativa de usar CNAME no domínio raiz
MXServidor que recebe e-mail (menor prioridade vence)10 mx.provedor.comMX apontando para IP ou para CNAME
TXTTexto livre: SPF, DKIM, DMARC, verificaçõesv=spf1 include:_spf.google.com ~allDois registros SPF na mesma zona
NSDelega autoridade sobre a zonans1.provedor.comNS no registrador diferente do NS na zona
SOAMetadados e serial da zonans1.provedor.com. admin.dominio.Serial que não incrementa após edição

Exemplos práticos de uso

  • Site abrindo no servidor errado: após migrar a hospedagem, parte dos visitantes vê a página antiga. A consulta A no autoritativo já mostra o IP novo, mas o TTL do registro anterior era 86400 — ou seja, até 24 horas de cache residual nos provedores.
  • E-mails do domínio caindo em spam: a consulta TXT revela dois registros começando com v=spf1, herdados de dois provedores diferentes. Pela especificação, SPF duplicado resulta em permerror e a política é descartada. A correção é mesclar os include em um único registro.
  • Verificação do Google Search Console falhando: o TXT foi criado no painel como seudominio.com.br.seudominio.com.br porque o campo já concatena o domínio automaticamente. A consulta expõe o nome duplicado na hora.
  • CNAME no domínio raiz rejeitado: a plataforma pediu para apontar meusite.com via CNAME, mas o painel recusa. Motivo técnico: o apex já tem NS e SOA, e a especificação proíbe coexistência com CNAME. A saída é usar registro ALIAS/ANAME ou apontar um A para o IP indicado.
  • Alterações no painel sem nenhum efeito: a consulta NS mostra os servidores de nomes do registrador antigo. Todas as edições estavam sendo feitas na zona de um provedor que não é autoritativo pelo domínio.
  • DKIM não validando: o provedor informou o seletor s1, mas a consulta em s1._domainkey.dominio não retorna nada — o registro foi criado sem o sufixo ._domainkey.

Como reduzir o tempo de propagação de uma mudança de DNS

Propagação de DNS não é um processo que você acelera depois de iniciado. O tempo é determinado pelo TTL que estava publicado antes da alteração, porque resolvedores do mundo inteiro já guardaram a resposta antiga por aquele período. O roteiro correto tem quatro etapas:

  • Reduza o TTL antes. Um ou dois dias antes da migração, baixe o TTL dos registros que vão mudar para 300 segundos.
  • Espere o TTL antigo expirar. Se ele era 86400, aguarde 24 horas para que os caches passem a operar com o valor curto.
  • Faça a mudança. Com TTL de 5 minutos, a troca alcança praticamente todos os resolvedores em minutos.
  • Restaure o TTL alto. Depois de confirmar que tudo funciona, volte para 3600 ou mais, reduzindo consultas e melhorando o tempo de resposta.

Se a mudança já foi feita com TTL alto, não há atalho. Limpar o cache do seu computador (ipconfig /flushdns no Windows) resolve só para você. Trocar seu resolvedor para 8.8.8.8 ou 1.1.1.1 mostra o valor novo mais rápido, mas não altera nada para os visitantes. Nesses casos, mantenha o servidor antigo respondendo durante todo o período de TTL residual.

SPF, DKIM e DMARC: o trio que decide se seu e-mail chega

Desde 2024, Gmail e Yahoo exigem autenticação para remetentes em volume, e provedores rejeitam ou classificam como spam mensagens sem os três mecanismos configurados. Todos vivem em registros TXT.

SPF declara quais servidores podem enviar e-mail em nome do domínio. Fica no domínio raiz, no formato v=spf1 include:_spf.google.com ~all. Duas regras invioláveis: só pode existir um registro SPF na zona, e a resolução completa não pode exceder 10 consultas DNS — cada include consome pelo menos uma. Empilhar provedores de e-mail, CRM e ferramenta de marketing estoura esse limite e causa permerror.

DKIM assina criptograficamente cada mensagem enviada. A chave pública é publicada em seletor._domainkey.seudominio. O seletor é definido pelo provedor de e-mail e cada serviço usa o seu, o que permite ter vários DKIM simultâneos sem conflito — diferente do SPF.

DMARC fica em _dmarc.seudominio e informa ao receptor o que fazer quando SPF e DKIM falham, além de para onde enviar relatórios. Comece sempre com v=DMARC1; p=none; rua=mailto:relatorios@seudominio, analise os relatórios por algumas semanas para descobrir quem envia legitimamente em seu nome, e só então endureça para p=quarantine e depois p=reject. Ir direto para reject sem essa observação costuma bloquear sistemas internos legítimos, como notas fiscais e notificações do ERP.

Erros de DNS que derrubam site e e-mail com mais frequência

MX apontando para IP ou CNAME. O valor de um registro MX precisa ser um nome de host com registro A. IP direto ou CNAME viola a especificação e vários servidores de envio recusam a entrega.

NS divergente entre registrador e zona. Se o registrador delega para um provedor e você edita a zona em outro, as alterações não têm efeito. Sempre confirme o NS autoritativo antes de investigar qualquer outro registro.

Registro criado com o domínio duplicado. A maioria dos painéis concatena o domínio automaticamente no campo nome. Digitar www.seusite.com.br gera www.seusite.com.br.seusite.com.br. Para o subdomínio www, o campo correto contém apenas www.

Cadeia longa de CNAME. CNAME apontando para outro CNAME que aponta para um terceiro aumenta a latência de resolução e alguns resolvedores abandonam a busca. Aponte direto para o destino final.

Registro AAAA órfão. Publicar IPv6 sem que o servidor realmente atenda nesse endereço faz clientes com IPv6 preferencial tentarem primeiro o caminho quebrado, gerando lentidão intermitente difícil de diagnosticar. Se não há suporte real a IPv6, remova o AAAA.

Wildcard mascarando erro de digitação. Um registro * na zona faz qualquer subdomínio responder, inclusive os digitados errado. Isso esconde problemas e pode enviar tráfego legítimo para o destino errado.

A Consulta DNS permite verificar os registros de um domínio, incluindo A, AAAA, MX, TXT, CNAME e NS. Basta digitar o domínio para obter a resposta em segundos.

É útil para administradores de sistemas, desenvolvedores e suporte técnico diagnosticar problemas de e-mail, apontamento de subdomínios e configurações de DNS.

Perguntas frequentes sobre o Consulta DNS

Consultei aqui e o valor está correto, mas meu computador ainda vê o antigo. Por quê?
A consulta é feita nos servidores autoritativos do domínio, enquanto seu computador usa o cache do resolvedor do provedor. Esse cache dura o tempo do TTL que estava publicado antes da mudança. Limpar o cache local com ipconfig /flushdns resolve para você, mas os visitantes só verão o novo valor quando o TTL antigo expirar.
Quanto tempo leva a propagação de DNS?
O tempo é igual ao TTL que estava configurado antes da alteração. Com TTL de 300 segundos, minutos; com TTL de 86400, até 24 horas. Não existe forma de acelerar depois da mudança: a técnica é reduzir o TTL um ou dois dias antes de migrar.
Por que não consigo criar um CNAME no meu domínio principal?
A especificação do DNS proíbe que um nome com CNAME tenha qualquer outro registro, e o domínio raiz obrigatoriamente possui NS e SOA. A alternativa é usar um registro A com o IP do destino ou os tipos proprietários ALIAS e ANAME, oferecidos por Cloudflare, Route 53 e outros provedores.
Posso ter dois registros SPF no mesmo domínio?
Não. Dois registros iniciados com v=spf1 fazem a validação retornar permerror e a política é ignorada por completo, prejudicando a entrega. Se você usa vários serviços de envio, mescle todos os include em um único registro SPF.
Como sei qual servidor recebe os e-mails do meu domínio?
Consulte o tipo MX no domínio raiz. O resultado lista os servidores com suas prioridades, e o número menor tem preferência maior. Se o MX aponta para um provedor que você já cancelou, é essa a razão dos e-mails não chegarem.
O registro NS aqui é diferente do que aparece no meu painel. O que fazer?
O NS retornado é o que realmente responde pelo domínio. Se ele difere do provedor onde você edita a zona, suas alterações não surtem efeito. Ajuste a delegação no registrador do domínio para os servidores de nomes do provedor que você quer usar.
Qual TTL devo usar no dia a dia?
Entre 3600 e 14400 segundos para registros estáveis, o que reduz consultas e melhora o tempo de resposta. Baixe para 300 segundos apenas nos dias que antecedem uma migração planejada e restaure o valor alto depois de confirmar que tudo funciona.
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