Leitor de Código de Barras

Novo

Leia códigos de barras e QR Codes pela câmera ou por upload de imagem. Decodifica EAN-13, QR Code, Code 128 e boletos bancários.

707 usos 708 visualizações ✓ Disponível

Leitor de Código de Barras Online

Leia QR Code, EAN-13, Code 128 e decodifique boletos bancários

Câmera inativa

AO VIVO

Aponte a câmera para um código de barras ou QR Code. A detecção é automática.

Arraste uma imagem aqui ou clique para selecionar

PNG, JPG, WEBP suportados


Dados do Boleto

Banco
Código do Banco
Valor
Vencimento
Código de Barras (47 dígitos)

Resultado da Leitura

Histórico de Leituras

Nenhuma leitura no histórico. Escaneie um código para começar.

Sobre o Leitor de Código de Barras Online

O leitor de código de barras online permite escanear e decodificar qualquer tipo de código diretamente pelo navegador, sem precisar instalar aplicativos. Compatível com QR Code, EAN-13, EAN-8, Code 128, Code 39, UPC-A, UPC-E, ITF, Data Matrix e outros formatos populares.

O modo câmera usa a API getUserMedia do navegador para acessar a câmera do dispositivo em tempo real, processando cada frame com a biblioteca ZXing. Quando um código é detectado, um quadro de destaque aparece sobre ele na tela. Funciona em smartphones, tablets e computadores com webcam.

O modo upload aceita imagens PNG, JPG e WEBP por arrastar e soltar ou seleção manual. Ideal para decodificar códigos em capturas de tela, fotos ou documentos digitalizados. A biblioteca ZXing é capaz de detectar múltiplos formatos em uma única imagem.

O decodificador de boleto bancário analisa a linha digitável de 47 dígitos e extrai automaticamente o código do banco, valor e data de vencimento. A validação EAN-13 verifica se o dígito verificador de um código de produto é matematicamente correto, útil para desenvolvedores e lojistas.

Perguntas Frequentes

O que é o Leitor de Código de Barras

O Leitor de Código de Barras decodifica códigos diretamente no navegador, em três modos independentes. No modo câmera, a ferramenta usa a API getUserMedia e a biblioteca ZXing para ler em tempo real pela webcam ou pela câmera do celular. No modo upload, você envia uma imagem PNG, JPG ou WEBP — captura de tela, foto de embalagem ou documento digitalizado — e ela é analisada quadro a quadro. No modo manual, dois utilitários resolvem tarefas específicas do dia a dia brasileiro: a validação do dígito verificador EAN-13 de códigos de produto e o decodificador de linha digitável de boleto, que a partir dos 47 dígitos extrai banco emissor, valor e data de vencimento. Formatos suportados incluem QR Code, EAN-13, EAN-8, Code 128, Code 39, UPC-A, UPC-E, ITF e Data Matrix.

Como usar o Leitor de Código de Barras

Escolha o modo na barra superior. Em Câmera, clique em iniciar e autorize o acesso quando o navegador pedir — a permissão só é concedida em páginas HTTPS. Em Upload, arraste a imagem ou selecione o arquivo. Em Manual / Boleto, cole os 13 dígitos no campo EAN-13 para validar o dígito verificador, ou cole a linha digitável completa do boleto no campo de texto e clique em decodificar. Todo o processamento acontece no seu próprio navegador: nem a imagem nem os números do boleto são enviados a servidor.

Leitor de Código de Barras — Passo a Passo

  1. 1
    Selecione o modo de leitura

    Câmera para ler ao vivo, Upload para decodificar imagens já salvas, Manual para validar EAN-13 e decodificar boletos.

  2. 2
    Autorize a câmera, se for o caso

    O navegador pede permissão na primeira vez. Em celular, prefira a câmera traseira, que tem foco melhor para códigos pequenos.

  3. 3
    Enquadre o código ou envie a imagem

    Mantenha o código dentro do quadro, sem reflexo direto de luz. Quando detectado, um destaque aparece sobre ele. No upload, imagens nítidas e recortadas próximo ao código funcionam melhor.

  4. 4
    Leia o conteúdo decodificado

    A ferramenta exibe o conteúdo e o formato identificado. Códigos de produto retornam a numeração; QR Codes retornam texto, URL, chave Pix ou dados de contato.

  5. 5
    Use os utilitários manuais

    Valide o dígito verificador de um EAN-13 digitado ou cole a linha digitável do boleto para conferir banco, valor e vencimento antes de pagar.

Quando usar o Leitor de Código de Barras

  • Conferir boleto antes de pagar: o decodificador mostra o banco emissor, o valor e o vencimento contidos na própria linha digitável. Se o valor exibido não coincide com o do documento recebido por e-mail ou WhatsApp, é indício claro de boleto adulterado — a fraude mais comum no Brasil.
  • Cadastro de produtos em estoque: pequenos comércios e ateliês leem o EAN-13 da embalagem pela câmera do celular para lançar itens em planilha ou ERP, sem comprar leitor físico.
  • Validação de EAN antes de publicar em marketplace: Mercado Livre, Amazon e Shopee rejeitam anúncios com GTIN inválido. Validar o dígito verificador antes do cadastro evita fila de reprovação.
  • Leitura de QR Code em computador: quando o código chega por e-mail ou aparece num PDF aberto no desktop, apontar o celular para a tela costuma falhar. Salvar a imagem e usar o modo upload resolve.
  • Conferência de Pix por QR Code: ler o QR Code e inspecionar o conteúdo antes de pagar permite verificar a chave e os dados do recebedor, em vez de confiar cegamente no aplicativo.
  • Desenvolvimento e testes: programadores conferem se o código de barras gerado pelo sistema — em etiqueta, nota fiscal ou ingresso — é legível e carrega o conteúdo esperado, antes de mandar para a impressora.
  • Inventário e conferência de recebimento: ao receber mercadoria, ler o código de cada volume e comparar com a nota evita divergência de estoque descoberta semanas depois.

Benefícios do Leitor de Código de Barras

Três modos em uma página: câmera ao vivo, upload de imagem e entrada manual
Processamento inteiramente no navegador, sem enviar imagens ou boletos a servidores
Suporta QR Code, EAN-13, EAN-8, Code 128, Code 39, UPC-A, UPC-E, ITF e Data Matrix
Decodificador de boleto que revela banco, valor e vencimento da linha digitável
Validação do dígito verificador EAN-13 pelo algoritmo GS1
Funciona em celular e desktop, sem instalar aplicativo

Como funciona: explicação técnica

Como funciona o EAN-13. O código de barras de produto tem 13 dígitos, definidos pelo padrão GS1. Os três primeiros formam o prefixo do país de registro — 789 e 790 correspondem ao Brasil. Os dígitos seguintes identificam a empresa associada à GS1 e, em seguida, o item específico dentro do catálogo dessa empresa. O último dígito é o verificador, calculado pelo próprio código.

O cálculo do dígito verificador segue o algoritmo Módulo 10 com pesos alternados: da esquerda para a direita, os doze primeiros dígitos recebem alternadamente peso 1 e peso 3; somam-se os produtos; o dígito verificador é o valor que falta para completar a próxima dezena. Se a soma dá 57, o verificador é 3. Se a soma já é múltiplo de 10, o verificador é 0. É por isso que um erro de digitação em qualquer posição faz a validação falhar imediatamente.

Atenção importante: validar o dígito verificador confirma apenas que a numeração é internamente consistente. Não prova que o código está registrado na GS1 nem que corresponde ao produto que você tem em mãos.

Como funciona a linha digitável do boleto. O boleto bancário brasileiro segue o padrão FEBRABAN e tem 47 dígitos na linha digitável, agrupados em cinco blocos. Os três primeiros dígitos são o código do banco (341 Itaú, 001 Banco do Brasil, 033 Santander, 104 Caixa, 237 Bradesco, 260 Nu Pagamentos). O quarto é o código da moeda. Há um dígito verificador geral do código de barras e, no trecho final, o fator de vencimento — quatro dígitos que representam a quantidade de dias desde uma data-base — seguido do valor em dez dígitos, com os dois últimos correspondendo aos centavos.

É exatamente por essa estrutura que a conferência é possível: valor e vencimento estão codificados dentro da própria linha digitável. Um golpista que altera o número para desviar o pagamento acaba produzindo uma linha cujo valor decodificado difere do valor informado no documento — e o decodificador expõe a divergência antes de o dinheiro sair.

Boletos de concessionária e tributos (contas de água, luz, telefone e guias públicas) usam outro padrão, começando com o dígito 8, com estrutura de campos diferente da cobrança bancária tradicional.

QR Code. Diferente dos códigos lineares, o QR Code é bidimensional e inclui correção de erro Reed-Solomon, o que permite leitura mesmo com parte da área danificada ou coberta. No Brasil, seu uso disparou com o Pix, em que o QR Code carrega uma carga útil no padrão EMV com chave do recebedor, valor e identificador da transação.

Formatos de código e onde cada um é usado

FormatoCapacidadeUso típico no Brasil
EAN-1313 dígitos numéricosProdutos de varejo, prefixo 789/790 para itens registrados no Brasil
EAN-88 dígitos numéricosEmbalagens pequenas, como cosméticos e balas
UPC-A12 dígitos numéricosProdutos importados dos Estados Unidos e Canadá
Code 128Alfanumérico de tamanho variávelEtiquetas logísticas, rastreio de encomendas, controle interno
Code 39Alfanumérico limitadoPatrimônio, crachás, ambiente industrial
ITF (Intercalado 2 de 5)Numérico, sempre parCaixas e volumes de transporte
Boleto FEBRABAN47 dígitos na linha digitávelCobrança bancária, com banco, valor e vencimento embutidos
QR CodeAté milhares de caracteresPix, notas fiscais, ingressos, links e cartões de visita
Data MatrixAlto volume em área mínimaComponentes eletrônicos, instrumentos cirúrgicos, medicamentos

Exemplos práticos de uso

  • Boleto adulterado detectado antes do pagamento: o documento recebido por e-mail informava R$ 1.240,00, mas a linha digitável decodificada apontava R$ 12.400,00 e um banco diferente do informado no PDF. Conferência de 10 segundos evitou um prejuízo de cinco dígitos.
  • Vencimento divergente: a linha digitável decodificava vencimento para uma data já passada, enquanto o PDF exibia data futura. Sinal claro de documento remontado.
  • EAN-13 reprovado no marketplace: o fornecedor enviou uma planilha com GTIN digitado errado em três produtos. A validação do dígito verificador identificou os três antes do cadastro, evitando reprovação dos anúncios.
  • QR Code em PDF no computador: o ingresso chegou por e-mail e o celular não conseguia ler o código na tela por causa do reflexo. Salvar a imagem e usar o modo upload decodificou de primeira.
  • Cadastro de estoque sem leitor físico: uma loja de bairro cadastrou o estoque inicial lendo o EAN-13 de cada embalagem pela câmera do celular, dispensando a compra de um coletor.
  • Verificação de Pix antes de transferir: ao ler o QR Code recebido por mensagem, o conteúdo mostrou uma chave que não pertencia ao suposto recebedor — a cobrança era falsa.

Como identificar um boleto adulterado pela linha digitável

A fraude de boleto no Brasil funciona interceptando o documento — por e-mail comprometido, malware no navegador ou simples envio por WhatsApp — e substituindo a linha digitável por outra que direciona o pagamento ao golpista. O visual do documento continua idêntico, com o logo correto e os dados da empresa.

A defesa é conferir o que está dentro do número, porque banco, valor e vencimento estão codificados na própria linha digitável. Roteiro de verificação:

  • Banco emissor. Os três primeiros dígitos identificam o banco. Se o documento diz que a cobrança é de um banco e a decodificação aponta outro, pare.
  • Valor. O valor decodificado precisa ser exatamente igual ao impresso no documento. Qualquer diferença, mesmo de centavos, indica manipulação.
  • Vencimento. A data extraída do fator de vencimento deve coincidir com a do boleto. Divergência é sinal de remontagem.
  • Beneficiário no aplicativo. Antes de confirmar, o app do banco mostra o nome do beneficiário real. Compare com quem deveria receber. Este é o último e mais decisivo filtro.

Duas regras que reduzem drasticamente o risco: nunca pague boleto recebido por WhatsApp sem confirmar por outro canal com a empresa, e desconfie de qualquer aviso de "boleto atualizado" ou "segunda via urgente" que chega pouco antes do vencimento. Cobranças legítimas costumam vir do portal do fornecedor, não de mensagem avulsa.

Quando a leitura pela câmera falha e como resolver

O navegador não pede permissão. O acesso à câmera exige contexto seguro: a página precisa estar em HTTPS. Verifique também se outro aplicativo — chamada de vídeo, por exemplo — está ocupando o dispositivo, e se a permissão não foi bloqueada anteriormente nas configurações do site.

O código aparece na tela mas não é reconhecido. Três causas dominam: reflexo de luz direta sobre a superfície, distância inadequada (muito perto o foco não fecha, muito longe as barras se fundem) e falta de contraste, comum em código impresso em embalagem metalizada ou já desgastado. Incline levemente a embalagem para eliminar o brilho e busque iluminação difusa em vez de luz apontada.

Código muito pequeno ou danificado. Códigos lineares como EAN-13 não têm correção de erro: uma barra rasgada ou riscada inviabiliza a leitura. Nesse caso, digite os números manualmente e use a validação do dígito verificador para confirmar que a transcrição está correta. QR Codes toleram dano parcial, porque incluem correção Reed-Solomon.

Leitura em desktop com webcam. Webcams costumam ter foco fixo e menos resolução que câmeras de celular. Se a leitura ao vivo não funcionar, fotografe o código com o celular, transfira a imagem e use o modo upload — o resultado é bem mais confiável.

Código na tela de outro dispositivo. Ler QR Code diretamente de um monitor gera moiré e reflexo. Prefira capturar a tela e usar o modo upload.

EAN, GTIN e a exigência dos marketplaces

Vender em marketplace no Brasil quase sempre exige informar um GTIN (Global Trade Item Number) válido. GTIN é o nome genérico da família de códigos: GTIN-13 é o EAN-13, GTIN-12 é o UPC-A, GTIN-8 é o EAN-8. Mercado Livre, Amazon e Shopee validam o dígito verificador no momento do cadastro e rejeitam números inconsistentes.

De onde vem um EAN legítimo. Quem fabrica ou importa produto próprio precisa se associar à GS1 Brasil, que atribui o prefixo da empresa. A partir dele, o fabricante numera seus próprios itens e calcula o dígito verificador. Códigos comprados avulsos de revendedores informais costumam gerar conflito, porque o prefixo pertence a outra empresa e o produto aparece cadastrado com dono diferente nas bases globais.

Erro frequente: criar um número "que passa na validação" para preencher o campo do marketplace. Tecnicamente o dígito verificador fecha, mas o código pode colidir com um produto real de outra empresa, gerando bloqueio de anúncio, reclamação de marca e retirada do item.

Produtos sem código de barras — artesanato, itens sob medida, serviços — não precisam de GTIN. Os marketplaces oferecem a opção de declarar que o produto não possui código, geralmente exigindo marca e modelo no lugar. Usar essa opção corretamente é melhor que inventar um número.

O Leitor de Código de Barras e QR Code decodifica diversos padrões, incluindo EAN-13, QR Code, Code 128 e boletos bancários, a partir da câmera do dispositivo ou do upload de uma imagem.

É útil para controle de estoque, conferência de produtos, leitura de bilhetes e pagamentos.

Perguntas frequentes sobre o Leitor de Código de Barras

A imagem ou o boleto que eu enviar fica salvo em algum servidor?
Não. Toda a decodificação acontece dentro do seu navegador, via JavaScript. A imagem enviada e os números do boleto não são transmitidos para servidor nem armazenados.
Como sei se um boleto foi adulterado?
Cole a linha digitável no decodificador e compare três dados com o documento recebido: o banco emissor (três primeiros dígitos), o valor e a data de vencimento. Qualquer divergência indica manipulação. Antes de confirmar o pagamento, confira ainda o nome do beneficiário exibido pelo aplicativo do banco.
O que significa o prefixo 789 no código de barras?
É o prefixo de país atribuído ao Brasil no padrão GS1, junto com o 790. Ele indica que o código foi registrado por uma empresa associada à GS1 Brasil, e não necessariamente que o produto foi fabricado aqui.
Validar o dígito verificador comprova que o produto existe?
Não. A validação confirma apenas que a numeração é matematicamente consistente pelo algoritmo Módulo 10 da GS1. Não verifica se o código está registrado nem a qual produto ele pertence.
A câmera não abre. O que verificar?
O acesso à câmera exige página em HTTPS e permissão concedida ao site. Verifique também se outro aplicativo está usando a câmera e, em celular, se a câmera traseira foi selecionada, pois ela tem foco melhor para códigos.
Consigo ler um código de barras rasgado ou muito apagado?
Códigos lineares como EAN-13 não têm correção de erro, então dano nas barras normalmente impede a leitura. Nesse caso digite os números manualmente e use a validação do dígito verificador. QR Codes toleram dano parcial porque incluem correção Reed-Solomon.
O leitor funciona com QR Code do Pix?
Sim. O QR Code é decodificado e o conteúdo exibido, permitindo inspecionar a carga útil no padrão EMV com a chave do recebedor e o valor antes de efetuar o pagamento pelo aplicativo do banco.
Boleto de conta de luz e água funciona no decodificador?
Contas de concessionária e guias de tributos seguem um padrão diferente, iniciado pelo dígito 8, com estrutura de campos distinta da cobrança bancária tradicional de 47 dígitos. A leitura pode não retornar valor e vencimento da mesma forma.