Tabela FIPE

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Consulte o preço FIPE de carros, motos e caminhões por marca, modelo e ano diretamente na tabela oficial.

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Tabela FIPE — Consultar Preço de Veículos

Pesquise o valor FIPE de carros, motos e caminhões por marca, modelo e ano

1. Tipo de veículo

Consultando tabela FIPE...

Valor FIPE

Código FIPE

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Modelo

Ano

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Tabela FIPE — Consultar Preço de Carros, Motos e Caminhões

A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) é a referência oficial para precificação de veículos usados no Brasil. Ela publica mensalmente o preço médio de referência para carros, motos e caminhões, sendo amplamente utilizada em compras, vendas, seguros e financiamentos.

Com nossa ferramenta de consulta FIPE gratuita, você pesquisa o valor FIPE de qualquer veículo em segundos: basta selecionar o tipo (carro, moto ou caminhão), a marca, o modelo e o ano. O resultado exibe o código FIPE, o combustível e a data de referência da última atualização.

O preço FIPE de um carro serve como base de negociação. Veículos vendidos abaixo da tabela podem indicar problemas mecânicos ou documentais. Acima da FIPE, geralmente significa alta demanda ou veículo bem conservado com opcionais valorizados.

Nossa ferramenta mantém um histórico das suas últimas 5 consultas para facilitar comparações entre modelos e anos diferentes durante sua pesquisa de compra ou venda.

Perguntas Frequentes

O que é o Tabela FIPE

A Tabela FIPE é a referência de preço médio de veículos usados no Brasil, publicada mensalmente pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas. Esta consulta percorre os quatro níveis da tabela — tipo de veículo (carro, moto ou caminhão), marca, modelo e ano/combustível — e devolve o valor FIPE atual, o código FIPE do modelo e o mês de referência da pesquisa. Esse número é a base de praticamente toda negociação de usado no país: seguradoras calculam prêmio e indenização a partir dele, financeiras definem o limite de crédito, o Detran usa como base de cálculo do IPVA em vários estados e a Receita Federal o considera na declaração de bens. Saber o valor FIPE antes de comprar ou vender é a diferença entre negociar com argumento e negociar no escuro.

Como usar o Tabela FIPE

A consulta é feita em quatro etapas encadeadas. Escolha primeiro o tipo de veículo (carro, moto ou caminhão) — a lista de marcas carrega em seguida. Selecione a marca, depois o modelo e por fim o ano/combustível. O valor FIPE aparece junto do código FIPE e do mês de referência. Atenção ao campo de combustível: a mesma geração de um modelo tem valor diferente quando é flex, gasolina ou diesel, e é comum errar a consulta escolhendo a versão errada.

Tabela FIPE — Passo a Passo

  1. 1
    Escolha o tipo de veículo

    Carros e utilitários pequenos, motos ou caminhões. Cada categoria tem tabela própria e listas de marcas independentes.

  2. 2
    Selecione a marca

    A lista traz as marcas disponíveis para o tipo escolhido, incluindo montadoras que já saíram do mercado brasileiro mas ainda têm veículos em circulação.

  3. 3
    Selecione o modelo e a versão

    Aqui está o ponto que mais gera erro. A FIPE separa versões por motorização, câmbio e acabamento: 1.0 e 1.6, manual e automático, e cada pacote de série é uma linha distinta com valor diferente.

  4. 4
    Escolha o ano e o combustível

    O ano listado é o ano-modelo, não o ano de fabricação. Confira também o combustível (flex, gasolina, diesel, álcool), porque altera o valor.

  5. 5
    Leia o resultado completo

    Anote o valor, o código FIPE e o mês de referência. O código identifica o modelo de forma única e é o que seguradoras e financeiras pedem.

Quando usar o Tabela FIPE

  • Vender o carro sem perder dinheiro: anúncios em plataformas costumam ficar entre 3% e 8% acima da FIPE para abrir margem de negociação. Sem conhecer o valor de referência, o vendedor aceita a primeira proposta achando que é boa.
  • Comprar de particular ou loja: preço muito abaixo da FIPE quase nunca é oportunidade. Costuma indicar sinistro com indenização integral, chassi remarcado, débito de IPVA e multas, alienação ativa ou motor com histórico ruim. O valor FIPE é o primeiro filtro do golpe.
  • Contratar ou renovar seguro: a maioria das apólices no Brasil segura o veículo por percentual da FIPE — 95% ou 100% é o padrão, e valor determinado é a exceção. Conhecer a FIPE do seu modelo permite conferir se a indenização contratada está adequada.
  • Indenização em caso de perda total: quando a seguradora paga sinistro integral, a base é a FIPE do mês da liquidação, não do mês da contratação. Ter o histórico do modelo evita discussão sobre o valor devido.
  • Financiamento e refinanciamento: bancos financiam um percentual da FIPE, não do preço pedido pelo vendedor. Se o anúncio está muito acima da tabela, o crédito aprovado não cobre o negócio e a diferença sai do bolso do comprador.
  • Conferência de IPVA e declaração de bens: vários estados calculam o IPVA sobre valor de mercado referenciado na FIPE. Na declaração de imposto de renda, a FIPE é a referência aceita para informar o valor do veículo.
  • Partilha em inventário e divórcio: na divisão de bens, o valor FIPE é a referência usada por advogados e aceita em juízo por ser pública, mensal e imparcial.

Benefícios do Tabela FIPE

Consulta encadeada nos quatro níveis oficiais: tipo, marca, modelo e ano/combustível
Retorna o código FIPE do modelo, exigido por seguradoras e financeiras
Mostra o mês de referência, essencial para comprovar a data da cotação
Cobre carros, motos e caminhões na mesma ferramenta
Histórico das últimas consultas para comparar modelos lado a lado
Online e sem limite de consultas

Como funciona: explicação técnica

A Tabela FIPE é elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, ligada à Faculdade de Economia e Administração da USP, a partir de um convênio histórico com a antiga ANFAVEA. A metodologia não parte de tabelamento nem de opinião de especialista: a FIPE coleta preços efetivamente anunciados e praticados no mercado de usados em todo o país e calcula a média por modelo, versão e ano-modelo.

Ponto crítico que quase todo mundo confunde: o valor FIPE é preço médio de venda ao consumidor, à vista, em veículo com estado de conservação e quilometragem considerados normais para a idade. Não é o preço que a loja paga para você — o valor de troca praticado por concessionárias costuma ficar de 10% a 20% abaixo da FIPE, porque a loja precisa embutir revisão, garantia, custo de estoque e margem.

Código FIPE. Cada versão tem um código próprio no formato de sete dígitos com hífen, como 001234-5. Ele identifica a versão exata do modelo e é o dado que seguradoras, financeiras e sistemas de leilão utilizam para não confundir uma versão básica com uma completa. Modelos idênticos por fora podem ter códigos e valores muito diferentes.

Mês de referência. A tabela é atualizada mensalmente e cada consulta é válida para aquele mês. Em negociações que se estendem, uma virada de mês pode alterar o valor — relevante quando o veículo está em depreciação acelerada ou quando há sazonalidade, como o aquecimento de picapes na entressafra agrícola.

Ano-modelo e zero km. A FIPE trabalha com ano-modelo, não ano de fabricação. Um veículo fabricado em novembro de 2024 e vendido como modelo 2025 é consultado como 2025. Veículos novos, ainda não emplacados, aparecem com a indicação zero km na tabela, e o valor reflete o preço público sugerido pela montadora.

O que a FIPE não considera: quilometragem real, estado de conservação, histórico de sinistro, opcionais instalados, blindagem, cor e demanda regional. Todos esses fatores deslocam o preço real para cima ou para baixo em relação à média.

Fatores que afastam o preço real do valor FIPE

SituaçãoEfeito sobre o preçoFaixa típica
Quilometragem muito abaixo da médiaValorizaaté 10% acima
Quilometragem muito acima da médiaDesvaloriza5% a 15% abaixo
Histórico de sinistro de média ou grande montaDesvaloriza forte20% a 40% abaixo
Chassi remarcado ou registro de recuperadoDesvaloriza forte e dificulta seguro30% a 50% abaixo
Venda para loja (valor de troca)Desvaloriza10% a 20% abaixo
Único dono, revisões em concessionária, manual e chave reservaValoriza3% a 8% acima
Cor de baixa aceitação no revendaDesvaloriza levemente2% a 5% abaixo
Blindagem instaladaNão entra na FIPE, negociada à partevariável

Exemplos práticos de uso

  • Versão errada na consulta: o proprietário consulta o hatch 1.0 manual e acha o carro desvalorizado, mas o veículo dele é 1.6 automático — outra linha da tabela, com valor consideravelmente maior. Sempre confira a versão no documento do veículo antes de consultar.
  • Anúncio muito abaixo da tabela: um sedan com FIPE de referência anunciado 35% abaixo do valor. A consulta ao histórico revelou indenização integral por sinistro e registro de recuperado. O desconto tinha explicação, e o veículo teria seguro recusado.
  • Financiamento insuficiente: o comprador fechou por R$ 8.000 acima da FIPE. O banco liberou 90% do valor de tabela e a diferença total precisou sair do bolso, mais que dobrando a entrada planejada.
  • Indenização de perda total: apólice contratada em 100% da FIPE. Sete meses depois, no sinistro, o valor de tabela havia caído com a depreciação natural — a indenização segue a FIPE do mês da liquidação, não a do dia da contratação.
  • Combustível trocado na consulta: a mesma picape em versão diesel e em versão flex tem valores muito distintos. Consultar a linha errada distorce completamente a negociação.
  • Moto de baixa cilindrada: modelos populares de 125cc têm depreciação percentual menor que carros de entrada, porque a demanda por transporte urbano barato sustenta o preço no revenda.

Por que o preço do anúncio nunca é igual ao valor FIPE

A FIPE é uma média, e nenhum veículo individual é a média. Entender a distância entre a tabela e o preço real evita frustração dos dois lados da negociação.

Vendendo para particular: anuncie entre 3% e 8% acima da FIPE. Isso cria espaço para o comprador negociar e ainda fechar no valor de tabela, que é psicologicamente aceito como preço justo. Anunciar exatamente na FIPE significa fechar abaixo dela, porque todo comprador vai pedir desconto.

Vendendo para loja ou dando na troca: espere de 10% a 20% abaixo da FIPE. A loja precisa cobrir revisão, eventual garantia, o custo de manter o carro parado no pátio e a margem. Não é má-fé, é a estrutura do negócio. Se você tem tempo, vender direto ao consumidor rende mais.

Comprando: use a FIPE como teto, não como piso. Veículo com quilometragem alta, pneus no fim, revisões atrasadas ou sem manual e chave reserva justifica proposta abaixo da tabela. Já um exemplar com histórico impecável e baixa quilometragem pode valer o prêmio de alguns pontos percentuais.

Sempre verifique antes de fechar: débitos de IPVA, licenciamento e multas, restrição de alienação (o carro pode estar financiado), histórico de leilão e sinistro, autenticidade do chassi e recall pendente. Nenhum desses itens aparece na FIPE, e qualquer um deles pode custar mais que o desconto negociado.

Como a FIPE é usada por seguradoras e por que isso importa

No mercado brasileiro, a maioria das apólices de automóvel adota a modalidade valor de mercado referenciado: a indenização em caso de perda total é um percentual da FIPE — geralmente 95% ou 100% — apurado no mês da liquidação do sinistro. Existe também a modalidade valor determinado, em que o montante é fixado no contrato, mas ela é minoritária e costuma sair mais caro.

Três consequências práticas disso:

  • A indenização cai ao longo do ano. Como o veículo deprecia mês a mês, quem sofre sinistro em dezembro recebe menos do que receberia em janeiro, com o mesmo prêmio pago.
  • Contratar acima de 100% da FIPE tem limite. Seguradoras raramente aceitam, justamente para evitar incentivo a sinistro proposital.
  • Financiamento e seguro precisam conversar. Se o saldo devedor do financiamento é maior que a FIPE do carro — situação comum em contratos longos com entrada pequena — uma perda total deixa dívida residual sem veículo. É para isso que existem coberturas complementares de saldo devedor.

Ao renovar a apólice, consulte a FIPE atualizada do seu modelo. Prêmio que não acompanhou a depreciação significa pagar caro por uma cobertura que já vale menos.

Depreciação: quanto seu veículo perde por ano

A curva de depreciação no Brasil é bem definida e explica por que a FIPE do seu carro cai todo mês:

  • Primeiro ano: a perda mais dura, tipicamente entre 15% e 25%. Boa parte ocorre no instante do emplacamento, quando o veículo deixa de ser zero km.
  • Segundo ao quinto ano: algo entre 8% e 12% ao ano, de forma mais previsível.
  • A partir do sexto ano: a curva achata, ficando em torno de 5% a 8% anuais.
  • Acima de dez anos: a depreciação praticamente estabiliza e o preço passa a ser ditado por estado de conservação e disponibilidade de peças, não pela idade.

Fatores que aceleram a queda: modelo descontinuado pela montadora, motorização de nicho, câmbio automatizado com histórico ruim de manutenção, e alta oferta do mesmo modelo em frotas e locadoras — quando as locadoras renovam a frota, o mercado recebe milhares de exemplares iguais e o preço cede.

Fatores que sustentam o valor: linha que continua em produção com boa reputação, motorização simples e barata de manter, forte demanda no interior (picapes e utilitários) e histórico de revisões documentado. Acompanhar a FIPE do seu modelo por alguns meses revela se a depreciação está dentro do normal ou se aquele modelo específico está caindo mais rápido que a média — informação valiosa para decidir o momento de vender.

A Tabela FIPE do CentralTools consulta os preços médios de veículos novos e usados diretamente na tabela oficial da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas. Basta selecionar a marca, o modelo e o ano para visualizar o valor de referência.

A ferramenta é indispensável para quem vai comprar, vender ou avaliar um carro, moto ou caminhão.

Perguntas frequentes sobre o Tabela FIPE

O valor FIPE é o preço que a loja vai me pagar pelo carro?
Não. A FIPE é o preço médio de venda ao consumidor final. Concessionárias e lojas pagam de 10% a 20% abaixo da tabela na compra ou na troca, porque precisam cobrir revisão, garantia, custo de estoque e margem. Para receber perto da FIPE, é necessário vender direto a outro consumidor.
Consultei meu carro e o valor está diferente do que vi em outro site. Por quê?
Quase sempre é versão errada. A FIPE separa cada motorização, câmbio e pacote de acabamento em linhas distintas, com códigos e valores diferentes. Confira a versão exata no documento do veículo e o combustível, que também altera o valor.
Com que frequência a Tabela FIPE é atualizada?
Mensalmente. Cada resultado traz o mês de referência da pesquisa. Em negociações que atravessam a virada do mês, vale reconsultar, porque o valor pode ter mudado.
O que é o código FIPE e para que ele serve?
É o identificador único da versão do veículo, no formato de sete dígitos com hífen. Seguradoras, financeiras e sistemas de leilão usam esse código para garantir que estão avaliando exatamente a mesma versão, evitando confundir uma configuração básica com uma completa.
A FIPE considera a quilometragem e o estado do meu carro?
Não. A tabela é uma média de mercado para um veículo em estado de conservação e quilometragem considerados normais para a idade. Quilometragem, histórico de sinistro, opcionais, cor e demanda regional são ajustes que se aplicam por cima do valor de tabela.
Por que a FIPE do meu carro caiu se ele está bem conservado?
A tabela reflete o comportamento do mercado como um todo, não o seu exemplar. Lançamento de nova geração, descontinuação do modelo e chegada de grandes volumes de veículos ex-locadora derrubam a média independentemente do estado do seu carro.
A consulta serve para motos e caminhões?
Sim. A FIPE mantém tabelas separadas para carros e utilitários pequenos, motos e caminhões. Basta selecionar o tipo no primeiro passo da consulta, porque as listas de marcas e modelos são independentes.
Posso usar o valor FIPE na declaração do imposto de renda?
Na declaração, o veículo deve ser informado pelo valor de aquisição, não pelo valor de mercado. A FIPE é útil como referência de mercado em situações como inventário, partilha de bens e negociação de seguro, além de ser base de cálculo do IPVA em diversos estados.